It girl ao contrário

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“A Kate Moss dessa geração”. Foi assim que o jornal americano The New York Times descreveu a modelo e apresentadora britânica Alexa Chung.

Dona de um estilo irreverente e uma personalidade forte, Chung foi eleita uma das primeiras it-girls, tornando-se um referencial de moda no mundo todo.

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Mas isso não quer dizer que ela concorde com o rótulo. Em entrevista para a Elle Brasil, afirma que o termo é um tanto “estúpido”.

Ironicamente, seu título de realeza fashion acabou inspirando o seu primeiro livro, “It”. O livro foi escrito pela própria Alexa, mas não se trata de uma autobiografia, muito menos de um guia para o estrelato.

Nas páginas do livro de capa rosa, fica claro que a modelo não se leva muito a sério, e seus fãs também não deveriam levar.

A publicação é, na verdade, uma compilação de pensamentos, devaneios, inspirações e criações. No livro, a inglesa fala sobre seus ícones de estilo, filmes e bandas preferidas, sua paixão por Spice Girls e até sobre seu pônei chamado Pip.

A obra intercala textos curtos com fotografias pessoais ao lado dos amigos, autorretratos, desenhos e ilustrações feitas por ela.

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Apesar das quase 200 páginas, a leitura flui como uma conversa entre a autora e o leitor.

Mesmo com a fama, as capas de revista e os flashes, Alexa prova que é tão normal e tão louca como qualquer outra pessoa, que sofre com desilusões amorosas, se envergonha da fase pré-adolescente e de vez em quando acorda com o cabelo ruim.

Luísa Dal Mas

Luísa Dal Mas

Jornalista, criativa, estressada, meio louca e apaixonada por moda e história. Tentando colocar um pouco de pó mágico nas coisas do dia a dia.

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